quinta-feira, maio 14, 2009

Título

"A vida corre inteira pelas nossa mãos, a morte morre inteira pela força das nossas mãos"

Já ouvi isto cerca de 5x a mais do que queria (ouvi 6x no total, dou sempre o benefício da dúvida).

Ora bem, vamos lá analisar esta lírica bestial. Feito um esforço hercúleo (duas sinapses e meia), concluo: mas que merda.

É que prefiro aquelas letras que não fazem sentido nenhum, que cantarolamos sem pensar, tipo Nirvana. Vós, indivíduos nostálgicos dos 90's (como eu, admito, que ainda hoje vinha a ouvir Pearl Jam no comboio para me alhear dos aromas da hora de ponta, dos enconstanços "inadvertidos", das conversas diarréicas e mais que seja), eu sei que a vida, de tão trágica que era, não nos permitia dar a devida ponderação ao que cantávamos.

All we know is restitution
Living out your date with fusion
Is the whole fleece shun in bastard
Don't feel guilty masturbating

ou ainda

All we know is Restitution
Living out your date of future
Theres a hope, please show me faster
Don't forget to pass a riot

E ainda há mais versões desta música, tantas quantas as pessoas que a ouvem. A verdade é que ninguém percebe um corno do que ele diz, mas isso não importa. O pessoal queria era cantar.

Mas isso já foi! Estamos em 2009. Não há a heroína como desculpa.

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