sexta-feira, agosto 08, 2008

Baza ser subversivo?

Baza...
...ter mais um dedo de testa que os demais?
...tentar olhar para onde as nossas pernas não chegam?
...lembrarmo-nos que somos um em 6.7 mil milhões?
...que desses fazemos parte do 1/10 que nunca vai passar fome?
...denunciar o que está mal, ignorando o politicamente correcto?
...dizer que fazemos o que é suposto, mas contrariados?
...gritar bem alto que SABEMOS a ludibriação que estamos a ser alvo continuamente?
...mostar o nosso orgulho por estarmos CIENTES?

Baza aí?

Why don't we end this lie?
I can't pretend this time
I need a friend to find,
My broken mind, before it falls to pieces...

Every time,
You tried to leave me blind
You'll never close my eyes,
You'll never close my eyes and watch me die!

quinta-feira, junho 05, 2008

Só estou feliz quando chove

Realmente quando já está escrito o que sentimos, há que poupar recursos... :)

Im only happy when it rains
Im only happy when its complicated
And though I know you cant appreciate it
Im only happy when it rains
You know I love it when the news is bad
Why it feels so good to feel so sad
Im only happy when it rains

Pour your misery down
Pour your misery down on me
Pour your misery down
Pour your misery down on me

Im only happy when it rains
I feel good when things are going wrong
I only listen to the sad, sad songs
Im only happy when it rains

I only smile in the dark
My only comfort is the night gone black
I didnt accidentally tell you that
Im only happy when it rains
Youll get the message by the time Im through
When I complain about me and you
Im only happy when it rains

Pour your misery down...pour your misery down
Pour your misery down on me...pour your misery down
Pour your misery down...pour your misery down
Pour your misery down on me...pour your misery down
Pour your misery down...pour your misery down
Pour your misery down on me...pour your misery down
Pour your misery down...pour
You can keep me company
As long as you dont care

Im only happy when it rains
You want to hear about my new obsession
Im riding high upon a deep depression

terça-feira, junho 03, 2008

Better

there's no sense waiting in this state
i've realized too late
there's only so much left inside
only so much space to hide
i've dreamed of castles in the air
but i've found out where
i need a break or a vacation
before i give myself a scare

don't try to understand me
your logic won't command me
don't try to read between my mind

if i could kill you with a touch
i'd never hate this much
one thousand colors every day
but all i see is grey my history is plagarized
i feel desensitized
maybe one more shot of reason
will ripple this disguise

i told that man just what i thought of him
so i'm right where i am
tied to this bed subconciously restrained
and now i wish i hadn't said
what i said to both of my parents
because i made my mother cry
if they'd only wait
i'll make it up to them
because i can be a better man

i'm floating in a frozen sea
i'll watch the morning break
giving way to shades of brown
i see the colors all around
for once there's no one here but me
and my autumn reverie
and in my heart i know it's as close
as i'll ever be



Hell yeah, Russ!

Wounds from within...

...that tend to see the light when least expected.










Sucks.








sexta-feira, maio 30, 2008

Inércia, solidão, desânimo e objectivos

Dois empregos e faculdade para acabar. A pressão para "ser alguém" aliada à (des)motivação do "assim hás-de ir longe, tsc tsc".

Honestamente, não é que não ligue ao que os outros pensam de mim e do que eu faço, mas raras vezes isso se traduz numa mudança de comportamento. Eu oiço o que me dizem e sinto frequentemente a sensação de desilusão nas pessoas por eu não pôr em prática os seus conselhos, mas acabo sempre por fazer aquilo que a mim me parece correcto. Que nunca, ou quase, coincide com a definição geral de "correcto".

A verdade é que eu escolhi percorrer um caminho que poucos seguem. A diferença, por vezes, é díficil de ver. Eu olho para a minha vida e para a vida dos que me rodeiam e não diferem assim tanto. A diferença é no grau de consciência do estado em que me encontro.

Dizia o Sócrates que o ignorante não duvida porque desconhece que ignora. E é precisamente isso que penso da vida de toda a gente (pelo menos de boa parte). Acho que uma das melhores coisas que já adquiri foi a capacidade de duvidar. Eu duvido o suficiente de tudo para me prestar a uma boa dose de meditação sobre tudo, para que possa tirar as minhas próprias ilações. Eu procuro saber sempre o que está por trás das respostas que me dão, depois então as aceito como credíveis ou não. Resultado: eu sei o que a minha vida é e eu sei o potencial do que uma vida pode ser. Não num sentido idealista, de quem vê a vida dos outros na tv e sonha poder ter uma igual.

As injecções de informação têm-me servido para isso. E, qual lótus, nascem os meus objectivos, do lodo que é a inércia, a solidão e o desânimo. E aquele que me ferve mais o sangue é precisamente passar aos outros as lições que tenho aprendido. Não como um mestre ensina os seus discípulos. De um modo bem mais humilde: procurando a verdade e expondo-a para que os outros assimilem e tomem as suas decisões. Seja pela escrita, seja pela fotografia, seja pelas minhas acções.

Não que ache que isso vai fazer a diferença, tantos antes de mim o tentaram e a verdade é que a Terra não o alterou o seu eixo por isso. E não é motivo suficiente para eu deixar de o fazer.

Um dia destes...

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Oh tempo...

... que não vinha cá!
Fiz bem , férias merecidas, restituição dos neurónios queimados a escrever nisto!
Eu volto... Em breve!