Ora bem, temos as seguintes letras, dos Delfins, letras essas com as quais me identifico perfeitamente:
Eu não quero estar parado
fico velho
vou marchar até ao fim
isolado
nesta marcha solitária
dou o corpo, ao avançar
neste campo aberto ao céu
ninguém sabe
para onde eu vou
ninguém manda
em quem eu sou
sem cor nem deus nem fado
eu estou desalinhado
por tudo o que eu lutei
ser sincero?
por tanto que arrisquei
ainda espero ...
esta marcha imaginária
quantas baixas vai deixar
neste sonho desperto?
Marcha dos Desalinhados
Mais do que a um país
que a uma família ou geração
mais do que a um passado
que a uma história ou tradição
tu pertences a ti
não és de ninguém
Mais do que a um patrão
que a uma rotina ou profissão
mais do que a um partido
que a uma equipa ou religião
tu pertences a ti
não és de ninguém
Vive selvagem
e para ti serás alguém
nesta viagem
Quando alguém nasce
nasce selvagem
não é de ninguém
Nasce Selvagem
E depois vejo outras como "medo da internet" ou "sou como um rio" e pergunto-me: o que é que correu mal?
E estou a ouvir aquele clássico dos Resistência, o cd ao vivo no armazém 22, pah isso é que era!! Dá-me que pensar. Envelhecer é mesmo contra-revolucionário. Que chatice.
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3 comentários:
sem duvida...grandes classicos que eu ja me ia esquecendo....;)
"A fama perturba os génios. As suas primeiras obras são frequentemente as melhores"
Beethoven
Então se era suposto estou mais descansada. Por momentos pensei que tinham mergulhado nas turvas águas do mainstream e vendido a alma ao diabo e mais umas expressões metafóricas que não querem dizer nada mas aumentam a confusão e é mesmo isso que eu sinto...
Young 'till I die!
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